[21 de julho de 2009]

Vigésimo quarto

A cada dia que passa, minha compreensão a respeito das pessoas, diminui.

Alguns atos me enojam, sem eu nem ao menos perceber. Pessoas que tratam as outras como objetos descartáveis, arrancam delas o que querem, as enganam por tempo o bastante pra poder se livrar delas, sem ficar com peso na consciência. Como se ela ter ou não esse peso, fizesse o ato menos pior, ou a outra pessoa envolvida, menos machucada.
Não há nada que eu odeie mais do que ser iludida em doses homeopáticas, dia após dia, alguém alimenta uma ilusão, até criar uma bola de neve gigante, em que você fica preso bem no meio, sem ter como se mover, e simplesmente jogam essa bola de gelo, numa piscina de água fervente.

Seguido disso, vem as desculpas. Afinal, mamãe ensinou que desculpas apagam os erros. Poupe-me das lorotas. Você ver que cometeu um erro e fingir que se importa, não faz o erro deixar de existir.

Errar é parte de ser humano, na verdade, errar é ser humano, mas ficar repetindo o mesmo erro várias e várias vezes, sabendo que esse erro deixa vítimas, é pura canalhice e uma incrível falta de respeito.

Mas, não se preocupe, tudo que vai, volta. E em dobro.

Cansei desse mundo egocêntrico e mesquinho, onde cada um vê seus problemas, e passa por cima dos outros para se sentir melhor.


- Postado por Anônimo às 21:14.

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